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sábado, janeiro 14, 2012

O que são e como funcionam os radares de trânsito

 

 

Os radares de trânsito (ou “pardais” dependendo da região do Brasil), que, na verdade não são radares, mas sim sensores instalados nas pistas que trabalham em conjunto com uma câmera digital e um flash. E que são considerados “vilões” por muita gente que acaba sendo surpreendida com multas por infração.

Como funciona?
A bobina dupla é instalada sob o asfalto e detecta a presença dos carros. A distância entre elas, dividida pelo tempo de passagem do veículo, aponta a velocidade final de cada carro que cruza aquele trecho.  Se a velocidade for superior à permitida na rua (que já está previamente armazenada na memória do aparelho), uma foto da placa do carro é tirada e enviada automaticamente para o Detran, que tomará as devidas providências para localizar e penalizar o motorista infrator.
Em São Paulo, por exemplo, a Polícia Rodoviária Estadual está com planos para este verão: serão utilizados radares fixos, móveis e também em tablets conectados à internet, que vigiarão as rodovias fiscalizando, em tempo real, se a documentação do carro está em dia, tendo a placa do veículo como base. Além de radares, a Polícia Rodoviária pretende usar bafômetros nas saídas da capital.
E você, está em dia com a documentação do seu carro? Se não estiver, procure o Departamento de Trânsito mais próximo para se regularizar. Se for viajar para o réveillon, não ultrapasse o limite de velocidade para não se colocar em risco e não ser surpreendido pelos radares. Seja gentil nas estradas: zele pela sua segurança e a dos outros também!

segunda-feira, outubro 31, 2011

Acidentes envolvendo motociclistas matam 85,2% mais do que com automóveis


Só em outubro foram registradas 39 mortes

Usada para trabalho por uns, como hobby por outros, meio de transporte barato e ágil para enfrentar congestionamentos e fugir dos ônibus lotados, a motocicleta virou arma na guerra do trânsito. Cada vez mais presente nas ruas e estradas, a moto – cuja frota dobrou em sete anos – está envolvida em pelo menos uma morte por dia no Estado.


Proporcionalmente ao volume de veículos em circulação, acidentes sobre duas rodas matam 85,2% mais do que tragédias envolvendo automóveis. Em outubro, até este sábado pela manhã, ao menos 39 pessoas perderam a vida em motos no território gaúcho, número superior à média mensal de 2011, até setembro, que foi de 34 mortes.


As vítimas de outubro, somadas ao dado anual, elevam para 347 os óbitos sobre duas rodas em 2011. A frieza das estatísticas não reflete a dimensão do infortúnio coletivo. Com o intuito de alertar motoristas e tentar frear esse extermínio sobre o asfalto, ZH preparou esta reportagem, indo muito além dos números para mostrar os rostos por trás de cada registro. São 31 homens, três mulheres, quatro adolescentes e uma criança extirpados prematuramente do convívio de seus familiares.