terça-feira, março 25, 2014

DICAS PARA A FAMOSA BALIZA.

Dicas e para fazer uma baliza perfeita

O sucesso da baliza só se dá quando se encontra a posição correta de parar o veículo ao lado do à frente da vaga. Isso deve ser descoberto com um pouco de treino.

Sempre se certifique que existe espaço para o seu veículo. Aproveite o momento em que está passando ao lado da vaga para comparar o tamanho do seu veículo com o espaço disponível. Lembre-se que não basta ele caber, ele precisa de pelo menos 30% do seu tamanho a mais para realizar os movimentos com segurança.

Cuidado com motos estacionadas, elas entram no ponto cego do retrovisor durante a manobra.

Cuidado ao manobrar veículos do tipo sedan cuja traseira pode ficar oculta pelo retrovisor.

Faça os movimentos com calma, sempre verificando os três retrovisores à procura de pedestres, veículos em movimento, animais, obstáculos e evitando danificar os veículos estacionados.

Não tenha vergonha, treine muito, só assim você poderá fazer baliza com facilidade e precisão.

















Dicas e para fazer uma baliza perfeita
O sucesso da baliza só se dá quando se encontra a posição correta de parar o veículo ao lado do à frente da vaga. Isso deve ser descoberto com um pouco de treino.
Sempre se certifique que existe espaço para o seu veículo. Aproveite o momento em que está passando ao lado da vaga para comparar o tamanho do seu veículo com o espaço disponível. Lembre-se que não basta ele caber, ele precisa de pelo menos 30% do seu tamanho a mais para realizar os movimentos com segurança.
Cuidado com motos estacionadas, elas entram no ponto cego do retrovisor durante a manobra.
Cuidado ao manobrar veículos do tipo sedan cuja traseira pode ficar oculta pelo retrovisor.
Faça os movimentos com calma, sempre verificando os três retrovisores à procura de pedestres, veículos em movimento, animais, obstáculos e evitando danificar os veículos estacionados.
Não tenha vergonha, treine muito, só assim você poderá fazer baliza com facilidade e precisão.

MARANHÃO: JUSTIÇA DETERMINA PERDA DO CARGO DA PREFEITA DE AÇAILÂNDIA


O Ministério Público do Maranhão (MPMA) informou que juiz Ângelo Antonio Alencar, da 1ª Vara de Açailândia, decidiu, na semana passada, pela perda do cargo de prefeita de Açailândia. A decisão implica também na suspensão dos direitos políticos por cinco anos de Gleide Lima Santos.

De acordo com o MPMA, a prefeita praticou improbidade administrativa. No primeiro caso, Gleide contratou de forma irregular centenas de servidores, mesmo com a existência de duas listas de aprovados em concursos públicos ainda vigentes.

No segundo caso, a prefeita, pouco depois de sua posse em janeiro de 2013, determinou o recolhimento dos autos de infração dos agentes de trânsito, inviabilizando o regular exercício das suas atribuições de fiscalização e autuação das infrações de trânsito. Além disso, de acordo com os relatos dos servidores, a prefeita teria imposto aos agentes a execução de tarefas diversas das suas atribuições, configurando ilegal desvio de função.

Na sentença da ação referente às contratações irregulares, o juiz Ângelo Antonio Alencar, da 1ª Vara de Açailândia, considerou que a prefeita agiu de forma deliberada contra os princípios da administração pública. “É inescusável o provimento de cargos sem a observância da ordem de classificados em concurso homologado, o que foi levado a efeito pela prefeita, mesmo após advertida pelo MP”.

No que se refere à questão dos agentes de trânsito, a justiça classificou como abuso de poder e afronta ao princípio da legalidade a retirada dos talonários para aplicação de multas e ainda expôs à população “às previsíveis consequências da desorganização e insegurança no tráfego urbano”. Por conta disso, o juiz determinou que a prefeita restitua os talonários aos agentes e se abstenha de retê-los novamente.

Punição – Além da perda da função e da suspensão dos direitos políticos, Gleide Santos será obrigada a pagar multa civil no valor equivalente a 10 vezes a remuneração percebida à época dos fatos, atualizada monetariamente, a ser revertida em favor do Município de Açailândia; e fica ainda proibida de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos, contados do trânsito em julgado desta decisão.

Com informações do MPMA

Documento provisório para veículos - DCPPO

A Resolução n°37/2011, alterada pelas resoluções n° 41/2011 e n° 65/2012, todas do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) do RS, que autoriza a emissão de Documento de Circulação Provisório de Porte Obrigatório - DCPPO, trouxe soluções para os proprietários de veículos do RS.  


Quando não houver impedimentos à emissão da DCPPO, mediante solicitação do proprietário, ele poderá ser emitido nos CRVAs (DETRAN) para substituir de forma precária e temporariamente o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). 


O documento autoriza o veículo a transitar após terem sido cumpridas as regras para o licenciamento. A solicitação do DCPPO poderá ser feita somente após a quitação dos débitos devidos do veículo


O valor para expedição em 23/01/2014 era de R$6,90.  O documento que é válido apenas na forma original, terá validade por 15 dias apenas no território do RS. 


Não havendo o porte do DCPPO/RS (original) ou do CRLV, ambos do exercício vigente, embora estando o veículo devidamente licenciado, ficará configurada a infração do artigo 232 do CTB (multa de natureza média e  3 pontos), devendo ser o veículo retido até a apresentação de documento ou, na impossibilidade, recolhido ao depósito.  


Esta importante medida do CETRAN/RS, elimina dificuldade às pessoas que ao adquirirem veículo novo e iniciarem o registro dele ou ao pagarem as taxas de licenciamento fora do prazo, não podiam transitar devido a demora na impressão e entrega do documento do veículo (CRLV) no endereço do proprietário. 


As resoluções supracitadas poderão ser obtidas, acessando ao site: www.cetran.rs.gov.br


Detran vai levar educação para o trânsito a escolas do Paraná

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) inicia nesta semana uma série de encontros com 1,5 mil professores da rede municipal de ensino de 134 cidades paranaenses. Até o final de março, os profissionais vão participar de palestras para trabalhar temas ligados à educação no trânsito com mais de 42 mil alunos do 5º ano do ensino fundamental.


O objetivo é incorporar o conteúdo no aprendizado das disciplinas de Matemática, Geografia e Português, entre outras. “Trabalhar o trânsito de forma transversal e interdisciplinar, conversando com as demais matérias da grade curricular, é importante para formar condutores mais responsáveis”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Nos encontros, o Departamento vai disponibilizar material didático especifico, com sugestões de atividades para serem trabalhadas dentro e fora da sala de aula, de acordo com o projeto pedagógico desenvolvido em cada escola.

“A ideia é trabalhar os conteúdos de forma que possamos envolver toda a família. Por isso, entregaremos para cada escola participante kits compostos por livros destinados aos professores, alunos e seus pais”, disse o coordenador de Educação para o Trânsito do Detran, Juan Ramon Sotto Franco.

ALCANCE - 
Em 2014 o projeto atenderá 42.640 alunos e 1,5 mil professores, em 134 municípios paranaenses. Em 2015, as atividades devem chegar a 250 cidades e, em 2016, serão 350 municípios participantes.

“É um projeto grandioso. Como professora, eu sei que a criança nesta idade absorve bem as informações e tem a capacidade de levar o conteúdo e transmiti-lo aos outros”, conta Adriana Andrea Siqueira Souza, professora e secretária de Educação de Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.

“Com as aulas será possível abordar as questões de trânsito e formar cidadãos mais conscientes, logo, futuros motoristas mais responsáveis”, disse a professora Maria Braga, de Antonina. “E ainda teremos filhos orientando os pais que forem imprudentes ao dirigir”, completou a colega, Meyriane Delfino de Souza.

Saiba mais sobre o trabalho do Detran em: http://www.facebook.com/DetranPR

Fonte: Assessoria de Comunicação Social

terça-feira, fevereiro 18, 2014

SIMULADOR, NECESSIDADE URGENTE NOS CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES.


Com ensinamento básico, poucas horas, sem o pleno conhecimento do homem, da máquina e do meio ambiente, dos riscos e adversidades, de atos e condições inseguras concede-se a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tudo vindo a constituir o principal fator desencadeante da grande sinistralidade no nosso país. Pior, sabemos que 93% dos nossos acidentes são causados pelo condutor. 

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Sabendo dos riscos que uma máquina sobre rodas pode causar, e as estatísticas de sinistralidade comprovando isso, não podemos entender como o estado faz a concessão de uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) quando o candidato sabe apenas dirigir no trânsito a 30 ou 40 Km/h e fazer uma baliza (estacionar). As coisas mais simples são passadas. Esse é o mínimo fornecido nas aulas práticas como ensinamento na formação daquele que ao receber a CNH comemora como se tivesse conquistado um diploma universitário. Falando em curso de qualquer formação, guando o concluímos, somos levados a um estágio com monitores, instrutores ou coisa parecida como uma complementação e o desenvolvimento de habilidades.
No Curso de Formação de Condutores, após término, vamos para o estágio sem monitor ou instrutor e colocamos em prática o pouco que aprendemos em vinte dias (20 h), quase sempre com manias, vícios que adotaremos para o resto da vida já que nem educação continuada (reciclagem) está programada como manutenção da qualidade da atividade desenvolvida na direção veicular. As leis, resoluções, sinalizações surgem a todo o momento e não é dado conhecimento obrigatório ao motorista. Não se conhece os fatores de risco envolvendo o homem, a máquina e o meio ambiente. Acelera-se, freia-se, buzina-se sem o pleno conhecimento da repercussão sobre a saúde. Muda-se de veículo, de direção mecânica para hidráulica, de câmbio comum para o semiautomático ou automático, do freio mecânico para o ABS com informações rápidas fornecidas por um “vendedor”. Vamos para as ruas, sem nenhuma experiência conhecer a real manipulação dos novos acessórios.
Nenhum piloto de aeronave muda o tipo da máquina que está voando para outra sem passar horas no simulador da nova aeronave. É só assim, fornecendo pleno conhecimento da máquina é que vamos formar de maneira consciente e responsável o piloto, o motorista e o motociclista.
Aliás, vale lembrar que o motociclista chega a possuir a carta com treinamento prático em ambiente confinado, sem nenhum conhecimento prático no trânsito. Examinado também em ambiente confinado recebe a CNH e vai praticar o aprendizado individualmente no trânsito louco dos grandes centros.
Parece haver um total abandono a preservação da vida.
O tempo é curto, somente ensinamento básico é fornecido para o aluno transitar. Nada é ensinado com relação aos riscos, adversidades, perigos que serão enfrentados em determinadas situações, de dia, à noite, na cidade e na rodovia. Atividade na chuva, piso escorregadio, neblina, névoa, saber se conduzir diante do ofuscamento, frear o veículo com freio comum e ABS, desviar de obstáculos em situação de emergência e muitos outros. A educação preventiva, defensiva, evasiva aplicada na prática, hoje, não é considerada importante. Ter conhecimentos mínimos de física para entender o ponto de equilíbrio de forças atuantes que levam o veículo à capotagem, a derrapagem e outras situações. O tangenciamento de uma curva. A cinemática do trauma, isto é, quando essas forças atuantes sobre o veículo são capazes de causar lesões ao pedestre, ao passageiro e ao próprio motorista. Tudo compõe uma quantidade e qualidade de ensinamentos necessários a real formação de um condutor.
Hoje, é fornecida a CNH, o motorista recém-formado, acreditando ser portador de todos os conhecimentos necessários, parte para o aprendizado dos riscos e adversidades isoladamente.
Fazer cumprir a Resolução do CONTRAN, nº 444, de 25 de junho de 2013, a partir de 01 de janeiro de 2014, é parte de ações necessárias para cumprir a orientação da ONU para que nessa década tenhamos a redução de 50% dos óbitos no trânsito.
Estou convicto de que é hora do DENATRAN – CONTRAN atuar de maneira veemente na formação de nossos motoristas. Ampliar horas de treinamento, fazer uso obrigatório de simuladores onde todos os atos e condições inseguras, adversidades, riscos, emergências seriam treinados (20h), para dalí, conhecendo os riscos, partir para a atividade prática de rua na área urbana, na rodovia, de dia e à noite (20h).
O instrutor observa e registra todos os erros cometidos, repassando orientação para as respectivas correções. Pode ainda detectar déficit de atenção e múltiplos distúrbios de comportamento que comprometerão a direção veicular. Nesses casos, faria retornar o candidato ou condutor ao serviço médico. Estaríamos ampliando o controle de qualidade dos nossos condutores.
A ampliação da resolução deveria estar voltada para todas as categorias. Hoje, vemos a preocupação de várias empresas da área de transporte dando treinamento em simuladores a seus funcionários. Educar e reciclar é preciso, erros e vícios de direção são praticados sem a percepção do condutor.
O investimento para ampliação de conhecimentos será o principal elemento na boa formação de nossos motoristas bem como o maior redutor da sinistralidade. Teremos, sem dúvida, uma redução acentuada da triste estatística de óbitos, vítimas e sequelados no nosso trânsito. Americanos afirmam que se pode chegar a uma redução de 54% dos acidentes quando são aplicados os simuladores.
Com a limitação do conteúdo programático dado pela legislação (curso insuficiente para as necessidades de hoje), o artigo 153 do Código de Trânsito Brasileiro, ainda, injustamente, impõe punição para os instrutores e examinadores conforme regulamentação estabelecida pelo CONTRAN.
Só existe boa formação quando há investimento e o desenvolvimento tecnológico, hoje, permite irmos muito além de tudo que vemos na formação de nossos condutores.
Só com excelente formação nos aproximaremos do acidente zero.



A ABRAMET TRANSITA EM DIREÇÃO À VIDA.


Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego 
Ocupacional da ABRAMET.
Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
www.abramet.com.br
dirceurodrigues@abramet.com
dirceu.rodrigues5@terra.com.br